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Governo destina R$ 62 milhões para o turismo em Brumadinho

Governo destina R$ 62 milhões para o turismo em Brumadinho

16/02/2019 21h54 Atualizada há 1 ano
Por: R10 Maranhão
Governo destina R$ 62 milhões para o turismo em Brumadinho
No dia 25 de janeiro, o rompimento da barragem da mineradora Vale, na Mina do Feijão, causou a morte de 166 pessoas e o desaparecimento de 144. Mais de sete mil empresários de Brumadinho (MG) receberão parte dos R$ 62 milhões anunciados hoje (16) pelo governo para tentar reativar a atividade econômica local. No dia 25 de janeiro, o rompimento da barragem da mineradora Vale, na Mina do Feijão, causou a morte de 166 pessoas e o desaparecimento de 144. O município, que sedia o maior museu ao ar livre da América Latina – o Instituto Inhotim –, tem na atividade turística uma importante fonte de renda. O dinheiro do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) será direcionado ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais – BDMG - para depois ser disponibilizado para os prestadores de serviços turísticos cadastrados regularmente no Cadastur, o cadastro nacional do setor, em toda a região.
O futuro ministro do Turismo no governo de Jair Bolsonaro, deputado federal Marcelo Álvaro Antônio, fala à imprensa, no CCBB.
Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio anunciou R$ 62 milhões para dinamizar o turismo em Brumadinho   Foto: Valter Campanato/Agência Brasil “Precisamos agir agora e evitar que as circunstâncias aprofundem ainda mais as feridas dessa tragédia. O turismo vai devolver esperança à cidade”, explicou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Turismo pode ser fonte de receita Ele, que acompanha hoje (16) operações de busca e avaliação geotécnica no local, disse que o turismo pode ser uma fonte de receita e geração de empregos locais, reduzindo a dependência econômica regional do setor de mineração. Segundo o ministro, o setor pode ser fundamental para várias cidades reverterem situações de profunda crise. O dinheiro será disponibilizado com condições especiais, com prazos maiores e menores encargos, tendo como principal alvo microempresas que atuam com hospedagem, agências de viagem, locadoras de veículos e transportadoras turísticas. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério do Turismo.
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