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Lavouras de soja ficam embaixo d’água no Maranhão

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Após 12 dias de muitas chuvas no sul do estado, algumas lavouras ficaram completamente mergulhadas na água. Aprosoja-MA vê potencial para prejuízos

Na região de Tasso Fragoso (MA) chove há pelo menos 12 dias e a colheita da soja pode ficar comprometida. Segundo a Aprosoja-MA, ainda falta colher 40% das lavouras no estado. O que está sendo retirado, nos momentos de trégua, estão apresentando pior qualidade por conta da umidade. Os trabalhos de colheita no estado seguem parados por conta das chuvas. O Maranhão plantou 986 mil hectares, com previsão inicial de se colher 3,07 milhões de toneladas, afirma a Aprosoja-MA.

Segundo o presidente da Aprosoja do Maranhão, José Carlos de Oliveira de Paula, a região mais afetada pelo clima no momento é no sul do estado e as perdas devem ser inevitáveis.

“O clima já está trazendo problemas. Quando se paga um custo a mais pelo transporte, devido as toneladas a mais em água, por causa umidade dos grãos. Perda na colheita grãos ficam no chão. Aumento combustível. Tempo colheita maior. Plantio atrasado da safrinha. Colaboradores e pagamento de horas extras. Tudo isso é prejuízo também”, afirma.

Em relação a perda de produtividade o presidente da entidade acredita que isso só se confirmará no final de abril.

Após 12 dias de muitas chuvas no sul do estado, algumas lavouras ficaram completamente mergulhadas na água. Aprosoja-MA vê potencial para prejuízos

Na região de Tasso Fragoso (MA) chove há pelo menos 12 dias e a colheita da soja pode ficar comprometida. Segundo a Aprosoja-MA, ainda falta colher 40% das lavouras no estado. O que está sendo retirado, nos momentos de trégua, estão apresentando pior qualidade por conta da umidade. Os trabalhos de colheita no estado seguem parados por conta das chuvas. O Maranhão plantou 986 mil hectares, com previsão inicial de se colher 3,07 milhões de toneladas, afirma a Aprosoja-MA.

Segundo o presidente da Aprosoja do Maranhão, José Carlos de Oliveira de Paula, a região mais afetada pelo clima no momento é no sul do estado e as perdas devem ser inevitáveis.

“O clima já está trazendo problemas. Quando se paga um custo a mais pelo transporte, devido as toneladas a mais em água, por causa umidade dos grãos. Perda na colheita grãos ficam no chão. Aumento combustível. Tempo colheita maior. Plantio atrasado da safrinha. Colaboradores e pagamento de horas extras. Tudo isso é prejuízo também”, afirma.

Em relação a perda de produtividade o presidente da entidade acredita que isso só se confirmará no final de abril.

Foto: Aprosoja-MA